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Cuidados no playground

Dicas para uma diversão com segurança

Crianças não tem medo de aventuras e crescem desenvolvendo suas habilidades de reação aos perigos que podem surgir no meio do caminho.
Esta coragem em relação ao desconhecido pode trazer consequências perigosas que variam desde pular do alto do escorregador na intenção de voar a correr para o meio de uma rua movimentada atrás de uma bola que saiu rolando. Por isso, é muito importante ficar atento a esses pequenos desbravadores e adequar os ambientes nos quais vivem, seja escola, casa ou parquinhos. Isso torna tranquilo o momento de lazer das crianças, sem que corram o risco de se machucarem gravemente.
Com o passar do tempo e idade, os pequenos passam a desenvolver sua coordenação motora, habilidades cognitivas e sensoriais. Pensam antes de agir, pois já tem noção das consequências. Porém, quando são mais novos, este processo ainda não está completo.
Se você tem filho pequeno em casa, leia as dicas a seguir e saiba como agir em situações de perigo:

Existe idade certa para se machucar?

Segundo dados do Ministério da Saúde, todos os anos 3,8 mil crianças de 1 a 14 anos morrem e outras 117 mil são internadas por motivos acidentais. Contudo, estudos demonstram que 90% desses casos poderiam ser evitados com medidas simples de prevenção.
As quedas, principal causa de hospitalização, são o maior perigo dentro dos parquinhos. Se após o ocorrido, a criança não tiver lesão aparente, observe a reação do pequeno após o acidente. Leve ao hospital em caso de palidez, vômito, choro, voz ou comportamento diferente do normal. Além disso, alguns acidentes podem levar a consequências mais graves, como traumatismos cranianos e hemorragias.
Em casos de cortes, quando pequenos, lave o local com água e sabão para higienizar a área. Se sangrar, comprima o local com um pano limpo e seco. Em casos de ferimentos graves, siga direto para o hospital.

De olho nos brinquedos

O risco é quatro vezes maior se a criança cai de uma altura maior que 1,5m. Por isso, checar escorregadores, balanços, gangorras e outros brinquedos antes de deixar que elas se divirtam no parquinho é fundamental. Verifique se os equipamentos são apropriados para a idade da criança e fique atento aos perigos como canos com ferrugem, pregos e parafusos frouxos, superfícies instáveis ou quebradas.
Não subestime a idade, nem a capacidade de uma criança, por mais serena que ela seja. Permita que brinque livremente, mas nunca a deixe sozinha, sem supervisão.
Em caso de qualquer acidente grave, é indicado levar a criança ao médico.
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Referência:
Bula do Hirudoid®.

Rede Nacional Primeira Infância – Projeto observatório da primeira infância. Evitando acidentes na primeira infância. São Paulo, 2014. Disponível em: . Acesso em Fevereiro/2018.

ONG Criança Segura. Criança segura lança campanha sobre prevenção de acidentes na infância. Disponível em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Echeverria, M.; Tinti, S. Playground com segurança garantida. Disponível em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Associação Brasileira de Normas Técnicas. Norma ABNT para playground é obrigatória em Maceió. Disponível em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Paulis, M. O que fazer quando a criança cai e bate a cabeça?. Disponí­vel em: . Acesso em: Janeiro/2018

Carpegiani, F. O que fazer se a criança se cortar. Disponí­vel em: < https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Saude/noticia/2013/07/o-que-fazer-se-o-seu-filho-se-cortar.html>. Acesso em: Janeiro/2018.

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