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5 brincadeiras de rua para relembrar a infância

No passado, a rua era palco de brincadeiras em grupo com muita diversão, risadas e disposição. Sim! Era preciso fôlego para encarar os jogos. Ao chegar da escola, as crianças corriam para terminar logo todas as obrigações. Assim, o dia ficava livre para as brincadeiras de rua com os amiguinhos. O maior perigo era terminar com algumas marcas roxas pelo corpo, mas nada que impedisse novas aventuras no dia seguinte. Que tal relembrar algumas brincadeiras que fizeram parte da infância?

Esconde-esconde: como o nome já diz o objetivo da brincadeira é se esconder. Funciona assim: uma criança é escolhida para procurar as outras. Em um lugar combinado com o grupo (ali será o “pique”), ela deve tapar os olhos e contar até 30 (ou mais, dependendo do que for acertado antes de começar) enquanto as demais crianças se escondem. Terminada a contagem, ela deve sair em busca dos amigos escondidos. Se ela achar, deve correr até o lugar que fez a contagem e gritar: “1, 2, 3 Fulana pega”. Se a criança escondida, conseguir chegar primeiro no “pique”, ela grita: “1, 2, 3 Fulana salva”. O risco de ganhar um roxo daqueles era quando o pegador e o escondido chegavam juntos no “pique”.

Amarelinha: com um giz de cera desenha-se a “amarelinha” no chão. As casas são numeradas de 1 a 10, e o final recebe a palavra “Céu”. A criança deve atirar uma pedrinha na casa que não pode ser pisada, iniciando pelo número 1. Assim, deve atravessar todo o circuito com pulos alternados nos dois pés e em um pé só. Ao chegar no “Céu” faz o caminho de volta e se equilibra para pegar a pedrinha. Se errar, outro jogador entra no lugar. Exige equilíbrio e coordenação para não cair e correr o risco de ganhar roxinhos pelo corpo.

Pega-pega: essa é uma das brincadeiras mais conhecidas e a criança precisa de desempenho físico e muito fôlego para correr. Basta reunir um grupo e escolher quem será o pegador da vez, o que pode ser feito através de sorteio. O escolhido deverá correr atrás de todos e quem ele pegar primeiro, se torna o próximo pegador.

Pular corda: com duas crianças batendo a corda em cada ponta, uma terceira criança deve pular. O desafio é pular em diversas velocidades, girar, entrar e sair da corda em movimento, e por aí vai. Tudo isso sem se atrapalhar, tropeçar ou mesmo cair. Aí é caso de hematoma.

Queimada: a rua ou quadra deve ser dividida em dois campos do mesmo tamanho, delimitados por giz. As crianças são separadas em dois times. Então, cada grupo deve dar boladas para “queimar” o adversário. Ao receber a bolada, o atingido vai para uma área chamada “prisão” atrás do limite do campo adversário. Assim, fica mais emocionante, pois os ataques de bola podem vir de trás ou da frente. Dependendo da força da bolada, é cada hematoma pra contar história.

Nem sempre é possível evitar hematomas durante a hora de brincar. Mesmo com todo cuidado, a criança pode ganhar alguns roxos indesejados. Hirudoid® reduz os hematomas¹, a inflamação¹ e alivia a dor¹. Ao invés de disfarçar, resolva.

Referências:

http://super.abril.com.br/comportamento/brincadeiras-de-crianca-donos-da-rua

http://blog.tricae.com.br/diversao/brincadeiras-de-rua/

1 – Bula do produto.

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